Trata-se de atividade não regulamentada e não há obrigatoriedade de formação específica para a atuação dos síndicos profissionais ou terceirizados


Tendo em vista disso, os condomínios devem adotar precauções na contratação e recomenda-se a busca por síndicos especializados, com formação e/ou conhecimento em áreas de administração e gestão de pessoal, finanças, manutenção, etc. 

É imprescindível obter referências de clientes ou de trabalhos já executados, e informações que atestem a qualidade e o comprometimento na prestação dos serviços. 

O currículo e a expertise na área devem ser avaliados, por meio da análise e consulta aos condomínios e administradoras que conheçam o trabalho do síndico a ser contratado. 

Observa-se frequentemente o despreparo de pessoas que se aventuram nesta empreitada, o que leva à necessidade de que a escolha de um síndico contratado seja revestida de cuidados, levantamento de informações comerciais e consulta a indicações, sendo recomendado que as administradoras contem com parcerias com profissionais habilitados para indicar aos seus clientes, ou mesmo avaliem a possibilidade de desenvolver e oferecer este serviço diretamente.